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  • 296pagine
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Cem anos após seu nascimento, Antonin Artaud continua a perturbar profundamente a cultura ocidental. Repudiando com a mesma indignação o naturalismo estéril e o esteticismo dos formalistas, Artaud devota-se à utopia de uma arte “terapêutica da alma”, onde a vida é celebrada em ritual sagrado. Caleidoscópio de textos, sua obra — cartas e manifestos, roteiros e projetos em constante reelaboração, que a editora Perspectiva traz agora ao leitor brasileiro — não pode ser vista como um ensaio datado na história da arte. A presente antologia, ladeando suas poesias e seus depoimentos, sua técnica e sua linguagem, revela um artista coerente no múltiplo: reiventa-se aqui o teatro e o cinema, sonha-se a partir da pintura e da poesia fecundos presságios de demiurgo. A ferida da crueldade artaudiana permanece aberta. Sua linguagem inaugural, hieróglifo vivo a ser decifrado, semente dos happennings e das criações coletivas, de Grotowski e de Robert Wilson, convida a um percurso ainda arriscado pelos obscuros caminhos da criação.

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Linguagem e Vida (Em Portuguese do Brasil), Antonin Artaud, Varios Tradutores, Silvia Fernandes, Regina Correa Rocha, J. Guinsburg

Lingua
Pubblicato
2004
Rilegatura
(In brossura),
Condizioni del libro
In buone condizioni
Prezzo
19,49 €

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Titolo
Linguagem e Vida (Em Portuguese do Brasil)
Lingua
Portoghese
Pubblicato
2004
Formato
In brossura
Pagine
296
ISBN10
8527303280
ISBN13
9788527303286
Serie
Tag
Descrizione
Cem anos após seu nascimento, Antonin Artaud continua a perturbar profundamente a cultura ocidental. Repudiando com a mesma indignação o naturalismo estéril e o esteticismo dos formalistas, Artaud devota-se à utopia de uma arte “terapêutica da alma”, onde a vida é celebrada em ritual sagrado. Caleidoscópio de textos, sua obra — cartas e manifestos, roteiros e projetos em constante reelaboração, que a editora Perspectiva traz agora ao leitor brasileiro — não pode ser vista como um ensaio datado na história da arte. A presente antologia, ladeando suas poesias e seus depoimentos, sua técnica e sua linguagem, revela um artista coerente no múltiplo: reiventa-se aqui o teatro e o cinema, sonha-se a partir da pintura e da poesia fecundos presságios de demiurgo. A ferida da crueldade artaudiana permanece aberta. Sua linguagem inaugural, hieróglifo vivo a ser decifrado, semente dos happennings e das criações coletivas, de Grotowski e de Robert Wilson, convida a um percurso ainda arriscado pelos obscuros caminhos da criação.