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Amanhã é outro dia

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Numa guerra, o que você faria para sobreviver? Viena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em Amanhã é outro dia (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra.

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Amanhã é outro dia, Johannes Mario Simmel

Lingua
Pubblicato
2017
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(In brossura)
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4,3
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Titolo
Amanhã é outro dia
Lingua
Portoghese
Pubblicato
2017
Formato
In brossura
Pagine
352
ISBN10
8525436372
ISBN13
9788525436375
Serie
Prima pubblicazione
1993
Titolo originale
Mich wundert, dass ich so fröhlich bin
Valutazione
4,3 su 5
Descrizione
Numa guerra, o que você faria para sobreviver? Viena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em Amanhã é outro dia (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra.