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Catorze anos depois de ter fugido do Quénia com Napirai, a filha que teve de Lketinga, Corinne Hofmann regressa a Barsaloi para um reencontro com o ex-marido e a família queniana. O momento é de grande tensão, mas a autora revela uma vez mais toda a sua coragem e força interior, vivendo intensamente o seu regresso a África. A sequela desta história de amor é também uma reflexão de Corinne acerca das dificuldades da vida no mato queniano, a política africana e o intenso fascínio que o Quénia ainda exerce sobre ela. Perguntas inquietantes assaltam-me o espírito. Como irei encontrar a minha antiga casa? O que restou dela? O que mudou? Será que o progresso e o ritmo de vida frenético, que em parte lhe está associado, já alcançou o Quénia ao ponto de não conseguir reconhecer as pessoas e a aldeiazinha Barsaloi no norte? Há catorze anos, só existia a Missão, cerca de oito casinhas de madeira, a nossa loja em tijolo e algumas manyattas, as habitações tradicionais dos Samburu, circulares e revestidas de estrume.
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Reencontro em Barsaloi, Corinne Hofmann
- Lingua
- Pubblicato
- 2007
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- (In brossura)
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- Titolo
- Reencontro em Barsaloi
- Lingua
- Portoghese
- Autori
- Corinne Hofmann
- Editore
- Quetzal Editores
- Pubblicato
- 2007
- Formato
- In brossura
- Pagine
- 206
- ISBN10
- 9725646908
- ISBN13
- 9789725646908
- Serie
- La Masai Bianca
- Tag
- Storie vere, Biografie, Viaggi, Autobiografie e memorie, Africa, Basato su eventi reali, Romanzi autobiografici, Letteratura svizzera, Kenya, Matrimonio con uno straniero, Masai
- Prima pubblicazione
- 2004
- Titolo originale
- Wiedersehen in Barsaloi
- Valutazione
- 3,4 su 5
- Descrizione
- Catorze anos depois de ter fugido do Quénia com Napirai, a filha que teve de Lketinga, Corinne Hofmann regressa a Barsaloi para um reencontro com o ex-marido e a família queniana. O momento é de grande tensão, mas a autora revela uma vez mais toda a sua coragem e força interior, vivendo intensamente o seu regresso a África. A sequela desta história de amor é também uma reflexão de Corinne acerca das dificuldades da vida no mato queniano, a política africana e o intenso fascínio que o Quénia ainda exerce sobre ela. Perguntas inquietantes assaltam-me o espírito. Como irei encontrar a minha antiga casa? O que restou dela? O que mudou? Será que o progresso e o ritmo de vida frenético, que em parte lhe está associado, já alcançou o Quénia ao ponto de não conseguir reconhecer as pessoas e a aldeiazinha Barsaloi no norte? Há catorze anos, só existia a Missão, cerca de oito casinhas de madeira, a nossa loja em tijolo e algumas manyattas, as habitações tradicionais dos Samburu, circulares e revestidas de estrume.