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Infiel

A história de uma mulher que desafiou o islã

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Em novembro de 2004, o cineasta Theo van Gogh foi assassinado em Amsterdã por um marroquino que também ameaçou Ayaan Hirsi Ali, coautora do filme "Submissão", que aborda a situação da mulher muçulmana. Ayaan, uma exilada somali e deputada no parlamento holandês, ganhou notoriedade mundial por sua luta pelos direitos das mulheres muçulmanas e críticas ao fundamentalismo islâmico. Em 2005, foi incluída na lista das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Sua autobiografia, escrita aos 37 anos, narra sua impressionante trajetória desde a infância em uma Somália devastada até o despertar intelectual na Holanda, onde vive sob proteção. Ayaan enfrentou horrores, como a circuncisão feminina aos cinco anos, abusos da mãe e um espancamento que lhe causou fratura craniana. Sua família, opositora da ditadura de Siad Barré, fugiu para a Arábia Saudita, Etiópia e, finalmente, Quênia. A adolescente Ayaan, influenciada por diferentes culturas e tradições, inicialmente se voltou ao fundamentalismo islâmico. No entanto, a guerra civil na Somália e a perspectiva de um casamento arranjado a levaram a fugir para a Holanda, onde descobriu os valores ocidentais de liberdade e igualdade, adotando uma visão crítica do islamismo ortodoxo e focando na opressão das mulheres na sociedade muçulmana.

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Infiel, Ayaan Hirsi Ali, Luiz A. de Araújo

Lingua
Pubblicato
2007
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(In brossura)
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Titolo
Infiel
Sottotitolo
A história de uma mulher que desafiou o islã
Lingua
Portoghese
Pubblicato
2007
Formato
In brossura
Pagine
512
ISBN10
853591109X
ISBN13
9788535911091
Serie
Prima pubblicazione
2006
Titolo originale
Infidel
Valutazione
4,15 su 5
Descrizione
Em novembro de 2004, o cineasta Theo van Gogh foi assassinado em Amsterdã por um marroquino que também ameaçou Ayaan Hirsi Ali, coautora do filme "Submissão", que aborda a situação da mulher muçulmana. Ayaan, uma exilada somali e deputada no parlamento holandês, ganhou notoriedade mundial por sua luta pelos direitos das mulheres muçulmanas e críticas ao fundamentalismo islâmico. Em 2005, foi incluída na lista das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Sua autobiografia, escrita aos 37 anos, narra sua impressionante trajetória desde a infância em uma Somália devastada até o despertar intelectual na Holanda, onde vive sob proteção. Ayaan enfrentou horrores, como a circuncisão feminina aos cinco anos, abusos da mãe e um espancamento que lhe causou fratura craniana. Sua família, opositora da ditadura de Siad Barré, fugiu para a Arábia Saudita, Etiópia e, finalmente, Quênia. A adolescente Ayaan, influenciada por diferentes culturas e tradições, inicialmente se voltou ao fundamentalismo islâmico. No entanto, a guerra civil na Somália e a perspectiva de um casamento arranjado a levaram a fugir para a Holanda, onde descobriu os valores ocidentais de liberdade e igualdade, adotando uma visão crítica do islamismo ortodoxo e focando na opressão das mulheres na sociedade muçulmana.