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- 368pagine
- 13 ore di lettura
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São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, falava como Musil escrevia. Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.
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O jogo de olhares, Elias Canetti
- Lingua
- Pubblicato
- 2018
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- (In brossura)
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- Titolo
- O jogo de olhares
- Lingua
- Portoghese
- Autori
- Elias Canetti
- Editore
- cavalo de ferro
- Pubblicato
- 2018
- Formato
- In brossura
- Pagine
- 368
- ISBN10
- 9896232660
- ISBN13
- 9789896232665
- Tag
- Saggistica, Storie vere, Biografie, Autobiografie e memorie, Letteratura tedesca, Premio Nobel, Bulgaria
- Prima pubblicazione
- 1985
- Titolo originale
- Das Augenspiel. Lebensgeschichte 1931–1937
- Valutazione
- 4,2 su 5
- Descrizione
- São poucos os escritores que conseguiram alcançar o patamar de Elias Canetti, autor de uma importante obra que abrange os mais variados géneros e estilos literários — do romance e ensaio de grande fôlego aos cadernos de apontamentos, dos epigramas ao teatro —, e da qual desponta uma das mais originais e perspicazes reflexões sobre a condição humana em sociedade, combinando erudição com fulgor narrativo. Neste último volume das suas memórias, Canetti descreve com punho de romancista os seus anos em Viena e a efervescente vida intelectual da cidade, habitada por figuras como Anna Mahler, Robert Musil e Hermann Broch, o compositor Alban Berg ou o enigmático e fascinante Doutor Sonne, o qual, sentado na sua mesa no Café Museum, falava como Musil escrevia. Ao longo das páginas, desponta o retrato trágico e irónico de uma época que exala o último fôlego dos seus anos dourados, antes da ascensão do nazismo apagar para sempre a luz civilizacional que irradiava.