
Serie
Parametri
- 102pagine
- 4 ore di lettura
Maggiori informazioni sul libro
Uma possibilidade infinita de conexão e informação nos torna sujeitos verdadeiramente livres? Partindo dessa questão, Han delineia a nova sociedade do controle psicopolítico, que não se impõe com proibições e não nos obriga ao silêncio: convida-nos incessantemente a nos comunicar, a compartilhar, a expressar opiniões e desejos, a contar nossa vida. Ela nos seduz com um rosto amigável, mapeia nossa psique e a quantifica através dos big data, nos estimula a usar dispositivos de automonitoramento. No pan-óptico digital do novo milênio - com a internet e os smartphones - não se é mais torturado, mas tuitado ou postado: o sujeito e sua psique se tornam produtores de massas de dados pessoais que são constantemente monetizados e comercializados. Neste ensaio, Han se concentra na mudança de paradigma que estamos vivendo, mostrando como a liberdade hoje caminha para uma dialética fatal transformando-a em constrição: para redefini-la é necessário tornar-se herege, voltar-se para a livre escolha, para a não conformidade.
Acquisto del libro
Psicopolítica, Han Byung Chul
- Lingua
- Pubblicato
- 2018
- product-detail.submit-box.info.binding
- (In brossura)
Metodi di pagamento
Qui potrebbe esserci la tua recensione.
- Titolo
- Psicopolítica
- Lingua
- Portoghese
- Autori
- Han Byung Chul
- Editore
- Editora Âyiné
- Pubblicato
- 2018
- Formato
- In brossura
- Pagine
- 102
- ISBN10
- 8592649390
- ISBN13
- 9788592649395
- Serie
- Futuri
- Tag
- Saggistica, Scienze sociali, Commercio, Business & Management, Scienze politiche & Politica, Temi psicologici, Tematica filosofica, Filosofia, Psicologia, Politica, Economia, Regali per il nonno, Sociologia, Teorie Scientifiche
- Titolo originale
- Psychopolitik
- Valutazione
- 4,05 su 5
- Descrizione
- Uma possibilidade infinita de conexão e informação nos torna sujeitos verdadeiramente livres? Partindo dessa questão, Han delineia a nova sociedade do controle psicopolítico, que não se impõe com proibições e não nos obriga ao silêncio: convida-nos incessantemente a nos comunicar, a compartilhar, a expressar opiniões e desejos, a contar nossa vida. Ela nos seduz com um rosto amigável, mapeia nossa psique e a quantifica através dos big data, nos estimula a usar dispositivos de automonitoramento. No pan-óptico digital do novo milênio - com a internet e os smartphones - não se é mais torturado, mas tuitado ou postado: o sujeito e sua psique se tornam produtores de massas de dados pessoais que são constantemente monetizados e comercializados. Neste ensaio, Han se concentra na mudança de paradigma que estamos vivendo, mostrando como a liberdade hoje caminha para uma dialética fatal transformando-a em constrição: para redefini-la é necessário tornar-se herege, voltar-se para a livre escolha, para a não conformidade.
