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- 400pagine
- 14 ore di lettura
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Em A Imortalidade somos confrontados com a futilidade e o horror universais, os fast-food, as motos ruidosas, toda a radical «maldade» do mundo, e as pequenas, mesquinhas e inúteis fugas a esse panorama desolador, entre as quais avulta a da busca da imortalidade. Não a imortalidade da alma, mas a imortalidade de quem, pela sua vida ou pela sua arte, aspira a deixar de si um sinal ou uma memória imperecíveis. O sexto romance de Milan Kundera emerge a partir de um gesto casual de uma mulher para o seu instrutor de natação, um gesto que cria uma personagem no espírito de um escritor chamado Kundera. Tal como a Emma de Flaubert, ou a Anna de Tolstói, a Agnès de Kundera torna-se num objeto de fascínio, de indefinida nostalgia. A partir dessa personagem nasce um romance... um gesto da imaginação que personifica e articula o supremo domínio de Kundera sobre o romance e a sua finalidade: explorar a fundo os grandes temas da existência.
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A imortalidade, Milan Kundera
- Lingua
- Pubblicato
- 2012
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- (In brossura)
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- Titolo
- A imortalidade
- Lingua
- Portoghese
- Autori
- Milan Kundera
- Editore
- D. Quixote
- Pubblicato
- 2012
- Formato
- In brossura
- Pagine
- 400
- ISBN10
- 9722048813
- ISBN13
- 9789722048811
- Serie
- Valutazione
- 4,15 su 5
- Descrizione
- Em A Imortalidade somos confrontados com a futilidade e o horror universais, os fast-food, as motos ruidosas, toda a radical «maldade» do mundo, e as pequenas, mesquinhas e inúteis fugas a esse panorama desolador, entre as quais avulta a da busca da imortalidade. Não a imortalidade da alma, mas a imortalidade de quem, pela sua vida ou pela sua arte, aspira a deixar de si um sinal ou uma memória imperecíveis. O sexto romance de Milan Kundera emerge a partir de um gesto casual de uma mulher para o seu instrutor de natação, um gesto que cria uma personagem no espírito de um escritor chamado Kundera. Tal como a Emma de Flaubert, ou a Anna de Tolstói, a Agnès de Kundera torna-se num objeto de fascínio, de indefinida nostalgia. A partir dessa personagem nasce um romance... um gesto da imaginação que personifica e articula o supremo domínio de Kundera sobre o romance e a sua finalidade: explorar a fundo os grandes temas da existência.
